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MERCADO LIVRE DE ENERGIA


O Mercado Livre de Energia foi criado em 1995, com a Lei 9.074. O objetivo foi estimular a livre concorrência e criar mais competitividade entre as empresas brasileiras, tanto no consumo quanto na geração de energia. Atualmente, há mais de 2.900 agentes modulados na CCEE usufruindo os benefícios do mercado livre, e mais de centenas de geradores de energia elétrica vendendo para os agentes do mercado. Esse é um setor que está em crescimento e em constante alteração regulatória. Por isso, a escolha de um agente que tenha conhecimento abrangente sobre o assunto ajudará na redução dos custos de energia e na maximização da rentabilidade de seus negócios.
BOM PARA O CONSUMIDOR
O consumidor livre pode escolher o seu fornecedor de energia elétrica em toda a extensão do Sistema Interligado Nacional (SIN), traçando suas próprias estratégias e negociando livremente as condições comerciais de contratação. É possível escolher preço, prazo e indexação, além de flexibilidade mensal quanto ao montante do consumo. É possível também escolher se o fornecedor será um gerador e/ou um agente comercializador de energia. Além disso, pode-se vender a energia não consumida para uma comercializadora.

No mercado cativo, os consumidores só podem comprar energia elétrica de uma concessionária ou de uma permissionária que tenha concessão para fazer o serviço de distribuição. Esse consumidor não tem a possibilidade de negociar preço, ficando sujeito às tarifas de fornecimento estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Por outro lado, as distribuidoras adquiriram essa energia elétrica em leilões; portanto, precisam repassar esses custos ao consumidor.
BOM PARA O GERADOR
O mercado livre de energia no Brasil surgiu para impulsionar a construção de usinas e a livre concorrência na geração de energia e, assim, otimizar a receita com energia elétrica. O gerador de energia (CGH, PCH, térmica, eólica, solar e hídrica) pode traçar suas próprias estratégias e negociar livremente as condições comerciais de venda da sua energia em toda a extensão do Sistema Interligado Nacional (SIN). Assim como o consumidor de energia elétrica, ele tem a possibilidade de escolher preço, prazo e indexação. Além de ter flexibilidade mensal quanto ao montante gerado e vendido.

No mercado regulado (ACR), o gerador é obrigado a participar de leilões, que ocorrem em datas determinadas pela ANEEL. Esses eventos são criados especificamente para a compra de energia de determinadas distribuidoras, que têm o nome divulgado somente após a venda realizada, ou seja, o gerador não conhece o risco de crédito e tem de aceitar todas as condições apresentadas no edital. Dessa forma, fica limitado ao que é melhor para a distribuidora e não para o seu empreendimento.

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